Vida

Concerto de Solidariedade de Natalia Juskiewicz, um Violino no Fado

  • Category: Notícias
  • Published: Sunday, 09 July 2017 23:59
  • Written by Vida

Concerto de Solidariedade, Natalia Juskiewicz, um Violino no Fado, a favor das vítimas dos incêndios no distrito de Leiria, sexta-feira 7 de julho, pelas 21h00, no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, Paris.
100% das receitas foram doadas às vítimas dos incêndios que assolaram as várias localidades do concelho de Leiria no passado mês de junho.

Campanha de Recolha "Solidário"

  • Category: Notícias
  • Published: Wednesday, 14 June 2017 02:45
  • Written by Vida

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Campanha de Recolha Gagicrc Social Solidário


Recolha de:

  • Alimentos (de longa e curta duração);
  • Roupas em bom estado de uso (todas as idades, tamanhos e género);
  • Brinquedos em bom estado de uso;
  • Livros e Material Didático.


Ajude-nos a ajudar as pessoas mais carenciadas do nosso concelho


Local de Entrega:
R. Leopoldo de Almeida, 9 A/B, Gab. 5, Lumiar, 1750-137 Lisboa
Mais Informações:
Contactos: Telefone: +351-217-522-080, Telemóvel: +351-963-209-557, Email: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

O resultado de toda a campanha será doado à: Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor, Ludoteca Bom, Pastor, Rua Vasco da Gama Fernandes, 11, Alta de Lisboa


Promovido por: GAGICRC Social - Gabinete de apoio à gestão de informação e conhecimento em redes colaborativas vertente Social

Sobre a Congregação
A Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor é uma congregação religiosa católica, constituída como ONG desde 1996. Dinamiza a Ludoteca Bom Pastor, localizada na Rua Vasco da Gama Fernandes, na Alta de Lisboa.
A Ludoteca é um serviço vocacionado para: o desenvolvimento da criança com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos proporcionando atividades educativas; apoio a famílias carenciadas; apoio a adultos através da aquisição de competências a nível da alfabetização, costura e culinária; a comunidade em geral. Objetivos: Promover competências pessoais e sociais em crianças jovens e adultos; Promover o sucesso escolar; Apoiar famílias sinalizadas da comunidade, capacitando-as para uma maior eficácia no desempenho das suas funções parentais; Desenvolver a autonomia de crianças e jovens, fortalecendo a sua autoestima e autoconfiança; Fomentar o desenvolvimento pessoal, social e comunitário; Promover junto das crianças e jovens o respeito pelos outros, o cumprimento de regras e a importância da cidadania; Facilitar as aprendizagens informais; Promover estilos de vida saudáveis.
A Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor (mais conhecida por Congregação das Irmãs do Bom Pastor) é uma congregação religiosa católica fundada em França em 1835, por Santa Maria Eufrásia Pelletier, e que se encontra atualmente presente em todo o Mundo, tendo chegado a Portugal em 1881. O nome de “Bom Pastor” condensa em si, o Carisma, a Missão e a Espiritualidade. O Bom Pastor que conhece, guarda, alimenta, cuida e procura aquela que se perdeu, é o modelo proposto a cada Religiosa do Bom Pastor, a cada Colaborador/a ou Amigo/a que nela trabalha, Tinha como objetivo de “tornar presente junto de jovens e mulheres a Misericórdia de Deus que acolhe e acarinha todos, especialmente os mais carentes e feridos pela sociedade”. O seu carisma e espiritualidade, provenientes da Ordem da Nossa Senhora da Caridade, dividem-se em dois grupos distintos dentro desta mesma congregação: por um lado, existem as comunidades de Irmãs contemplativas do Bom Pastor, as quais vivem em clausura conventual e dedicadas, sobretudo, à oração; por outro lado, existem as comunidades de Irmãs de vida ativa (ou apostólica) do Bom Pastor e que prestam um importante apoio de reintegração na sociedade às mulheres e crianças vítimas de maus-tratos e de pobreza. Santa Maria Eufrásia dirigiu a Congregação até à sua morte, em abril de 1868. Até à data, havia no mundo todo 110 casas. Foi canonizada em maio de 1940 pelo Papa Pio XII. Atualmente, em Portugal existem 13 casas, sendo que na Diocese de Lisboa as Irmãs do Bom Pastor estão presentes em cinco: Casa Provincial, Casa de Sant’Ana, Residência na Parede, Lar Maria Droste e Residência na Alta de Lisboa. O serviço das Irmãs do Bom Pastor dirige-se particularmente a mulheres, crianças, jovens e famílias vulneráveis. A Congregação é uma ONG (Organização Não Governamental) desde 1996, com assento na Organização das Nações Unidas e no Conselho Económico e Social das Nações Unidas, no combate contra o tráfico humano.
Missão – Impelida por esta Misericórdia de Jesus o Bom Pastor, a Congregação tem por Missão: acolher jovens e mulheres com o seu filhos, excluídas e/ ou em situação de risco, e ir ao encontro de pessoas e Famílias em idênticas situações, como colaboradoras da Missão Redentora da Igreja.
Valores – Acolhimento, Reconciliação, Justiça, Solidariedade, Misericórdia, Respeito, Diálogo, Trabalho em Equipa e Redes, Aperfeiçoamento Contínuo, Tolerância e Alegria, Bondade, Compaixão, Serviço e Compreensão.
Em 2001, a Câmara Municipal de Lisboa implementou o processo de realojamento da população que vivia em bairros e aglomerados habitacionais carenciados e precários, no âmbito do Programa Especial de Realojamento (PER). Procedeu-se assim à extinção dos bairros da Quinta Grande e Musgueira, para dar lugar à Alta de Lisboa. Com o encerramento do Espaço Jovem do bairro da Quinta Grande (resposta local desde 1997), fincou vincada a falta de respostas estruturadas para crianças e jovens. Devido às novas circunstâncias locais, e de forma a dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelas Irmãs do Bom Pastor na comunidade, procurou-se dar resposta às necessidades e carências sentidas durante este processo. Surge assim a Ludoteca Bom Pastor, com o objetivo de receber temporariamente as crianças que terminavam as atividades escolares de forma a promover o seu bem-estar, mantendo-as ocupadas e acompanhadas durante a ausência dos pais. Como o número de crianças inscritas foi aumentando gradualmente, sentiu-se a necessidade de dinamizar atividades lúdicas que fossem ao encontro dos interesses de todas as crianças. Desta forma, a Ludoteca começou a construir uma oferta alternativa a complementar a animação sociocultural de tempos livres. No entanto, com o decorrer do tempo e após a solicitação de alguns pais, a Ludoteca assume outras funções e começa a prestar apoio ao estudo, auxiliando as crianças e jovens na realização dos trabalhos de casa e na preparação para as fichas de avaliação. Atualmente a Ludoteca Bom Pastor desenvolve a sua intervenção com as crianças de idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos. Promove o direito a brincar, estimula a criatividade, desenvolve competências e conhecimentos, desperta o gosto nas crianças pela leitura, acompanha e colabora na execução de tarefas escolares. Durante as interrupções letivas (Carnaval, Páscoa, Verão e Natal) são dinamizados ateliers de costura, manualidades e culinária. Paralelamente a estas atividades, as Irmãs do Bom Pastor intervêm com a população adulta, famílas carenciadas e com a comunidade em geral. Uma vez que a iliteracia ainda representa 5% da população da freguesia de Santa Clara (dados da Junta de Freguesia de Santa Clara) é lecionado um curso de alfabetização informal. As Irmãs do Bom Pastor, através da Ludoteca, apoiam atualmente 35 famílias referenciadas na comunidade, através da distribuição de bens alimentares que são doados por entidades parceiras. Devido aos excedentes que algumas entidades doam, é possível distribuir o lance pelas crianças que frequentam a Ludoteca e ainda para os jovens que frequentam o projeto promovido pelas Raízes – Associação de Apoio à Criança e ao Jovem.

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A face oculta na violência doméstica

  • Category: Notícias
  • Published: Friday, 19 May 2017 10:05
  • Written by Júlia da Regina Sainda

 

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A violência conjugal é definida por Manita, et al., (2009) como sendo como sendo uma das dimensões da violência doméstica[1]Refere-se a todas formas de comportamento violento atrás referidas, exercida por um dos cônjuges/companheiro/ex-companheiro sobre o outro.Quando se fala de violência conjugal muitos recorrem aquela em que a mulher é violentada e o homem é agressor. Esquecendo não só a violência que acontece no âmbito das relações do mesmo sexo mas sobretudo, a violência em que a mulher exerce sobre o seu parceiro no âmbito das relações de intimidade. Conforme relata Casimiro (2013) não é a pretensão deste artigo desvalorizar a violência em que a mulher é vítima na conjugalidade, até porquê, as estatísticas mostram números alarmantes, uma vez que segundo DW made for minds (2016) seis (6) em cada dez (10) mulheres em Moçambique sofrem de violência doméstica e, em Portugal segundo o relatório da APAV (2016) em média catorze (14) mulheres são diariamente vítimas de violência. Embora Silva (2013) refira que o aumento das estatísticas não revela necessariamente o aumento dos atos violentos, mas sim o aumento da consciência da violência como como um crime punível.

Voltando a questão da contra os homens, que não raras vezes constitui a face oculta da violência conjugal, sua invisibilidade deve-se ao fato a sociedade ter apriori definido o homem na distinção do género, como sendo aquele que é forte, racional, patrono da família, insensível. E a mulher como sendo a frágil, sensível, que deve total e indiscutível obediência como alerta Arthur (2007). Fator este que faz com que os homens tenham vergonha de participar as agressões de são alvo por parte das suas parceiras. Sendo que paira neles a ideia de que serão desacreditados, dado existir a questão: como é que um homem, aquele que deve ser forte, patrono da família pode sofrer agressão por parte da mulher «frágil, obediente»? Não será que foi em legítima defesa que a parceira lhe agrediu?

Se é verdade que maior parte das agressões que as mulheres cometem contra seus parceiros é por legítima defesa, “legitima defesa não é propriamente a reação naquele preciso momento, pode ser que os casos dos óleos de que falas de Moçambique as mulheres o façam naquelas circunstâncias porque é quando elas podem reagir, porque estão cansadas” (Deus, 2017)[2].

Não é menos verdade que as mulheres agridem seus homens sob iniciativa própria, visto que a violência assume diversas formas: física, psicológica, económica, patrimonial etc.

 

Igualdade de género ou igualdade na violência?

 

Muitos têm sido os debates acerca de igualdade ou equidade do género, a verdade é que para quem tem pouco entendimento na matéria conota esta designação ao ponto de criar debates ofensivos.

Com a igualdade de género, pretende-se na visão de Cotrim (2017) desassociar a dualidade mulher-mãe (dona de tarefas tipicamente domésticas), homem-trabalhador. Pretende que que haja igualdade de oportunidades, de direitos, de deveres para ambos sexos. Que a participação não seja discriminada.

 

Nesta sequência, muitos foram os trabalhos feitos para que se chegasse ao estágio atual, não se está a dizer que conseguiu-se 50/50, mas que já se observam alguns avanços “poder-se-á pensar que se alguma vez houve, no período de evolução humana, um tempo em que ambos os sexos tiveram oportunidades de alcançar carreiras satisfatórias e casamentos felizes, esse tempo, é agora. Poder-se-ia acrescentar, por hipótese, se houve algum período da história em que as mulheres puderam exercer tantas formas de violência(s) sobre o cônjuge, esse período talvez seja o da atualidadeProvavelmente, as futuras gerações de mulheres participarão de forma igualitária em todas os aspetos dos seus relacionamentos íntimos, incluindo na violência” (Casimiro, 2013, p. 8).

Esta situação da tendência 50/50 na violência preocupa, não só porque são as mulheres que estão a exercer a violência como reclamaram alguns compatriotas moçambicanos, mas sobretudo porque trata se de um atentado a saúde pública e uma violação ao mais alto dos direitos humanos. 

Por via disso, é a pretensão do artigo em curso denunciar a violência contra todas pessoas sem discriminação de sexo, raça, estatuto social, localização geográfica. E aconselhar a quem é de direito (policia, Ministério Público e os demais) para que abram as mentes e olhem também a violência no feminino contra os homens, de modo que seja exercida a justiça social.

 

É preciso, que cada um dos membros da sociedade assuma que a violência conjugal seja ela cometida por mulher ou por homem EXISTE e constitui um crime punível. Aliás, tanto em Portugal (local onde a autora deste texto se encontra atualmente) como em Moçambique (público prioritário para este artigo) a violência conjugal enquanto parte integrante da violência doméstica, constitui um crime público, de acordo com artigo 152o do código penal Português e artigo 21o da lei moçambicana 29/2009 de 29 de Setembro, referente a violência doméstica praticada contra a mulher


[1]É um comportamento violento continuado ou um padrão de controlo coercivo exercido, direta ou indiretamente, sobre qualquer pessoa que habite no mesmo agregado familiar (ex: avó, pai, cônjuge/a, filho, mãe, irmão), ou não coabitando, seja companheiro/a, ex-companheiro/a ou que tenha ligações afetivas.


[2] Deus é doutoranda e professora na Universidade Lusófona de Lisboa, proferiu esse discurso aquando de um debate acerca de casos de óleo quente usado pelas mulheres em Moçambique para queimar seus parceiros e o posicionamento de Alice Mabota sobre a questão numa entrevista da STV.É um comportamento violento continuado ou um padrão de controlo coercivo exercido, direta ou indiretamente, sobre qualquer pessoa que habite no mesmo agregado familiar (ex: avó, pai, cônjuge/a, filho, mãe, irmão), ou não coabitando, seja companheiro/a, ex-companheiro/a ou que tenha ligações afetivas.

 

Bibliografia Básica 

Escolarizados no desemprego em Moçambique: De quem é a culpa?

  • Category: Notícias
  • Published: Friday, 19 May 2017 10:04
  • Written by Júlia da Regina Sainda
 
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Escolarizados no desemprego: de quem é a culpa?

Nos últimos tempos, tem sido frequente jovens com ensino superior ficarem desempregados por muito tempo, este fato, inquieta muitas pessoas, se por um lado a quem acredita que formação é sinónimo de emprego, por outro, encontramos graduados a enfrentar sérias dificuldades para o acesso ao primeiro emprego.


Este fato se revela um pouco em toda parte, para elucidar alguns exemplos, entrevistamos uma docente renomada em universidades portuguesas, que relatou que " atualmente jovens licenciados trabalham em cafés, é uma batalha a procura de emprego, o mais triste é que os empregadores nalguns casos exploram os nossos jovens (...) fazendo-lhes trabalhar horas acima do normal..." (sic.).
Sobre a mesma temática o programa "Grande Plano" da STV numa das suas reportagens mostrara um jovem licenciado em Antropologia e a trabalhar como personal trainer, para além dos muitos outros que continuam desempregados e outras a trabalharem como empregadas domésticas.
 
Quando se fala em desemprego, as opiniões são controvérsias, se em parte encontramos pessoas que atribuem a culpa ao governo particularmente ao Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano, por outra acompanhamos discursos de culpabilização dos próprios desempregados, jovens. As alegações incidem sobre os discursos como "os jovens não devem esperar que o governo lhes dê emprego, devem criar seu próprio emprego, devem ser empreendedores" (sic.)
 
Autoemprego: um dom ou um aprendizado?
A problemática do desemprego, preocupa muitas sociedades, uma vez que esta situação gera uma exclusão social e como refere Isabel Dias (1998) condena os jovens a serem eternos dependentes dos seus pais. O que gera frustração não só para estes últimos mas e sobretudo para as vítimas de desemprego, como revelou o AMAVconselhos (2017) num dos seus primeiros artigos. Estes jovens acabam sendo vítimas de muitos outros fenómenos tais como: o álcool, as drogas, a prostituição a criminalidade, etc.
 
Se se considerar que o autoemprego é um dom, ter-se-ia que concordar que todo dom precisa ser aperfeiçoado, e para quem não o possui, usando a maiêutica Socrática, valorizar-se-ia o ensinamento, enquanto caminho para que o indivíduo desperte em si o que estava adormecido,  tal como Kant referiu que Hume lhe fez despertar do sonho dogmático, através do ensino, do que é ser empreendedor, como criar um autoemprego capacitar-se-iam jovens para lutar contra o desemprego. 
 
É frequente acompanhar indignações de falta de oportunidades para estágios que permitam ter um contacto com a realidade no terreno e que possibilite que os jovens tenham experiência, sendo que a maior parte das poucas vagas que são divulgadas exigem experiência na função.  Não estamos a falar de estágios remuneráveis, estamos a falar de um trabalho para a capacitação dos jovens para o mercado profissional, para a criação do autoemprego. Em espaços europeus, têm programas de voluntariados, estágios extracurriculares, entre outras formas de capacitação e de empoderamento dos jovens.
 
A culpa é do governo?
Em situações de aflição como a do desemprego é recorrente se buscar a resposta mas próxima, levando toda a culpa para o governo, mas a verdade é que trata-se de todo um sistema que está doentio, como explanou o doutorando Óscar (2017) em umas das entrevistas "podemos culpar o governo, mas o que não analisámos é que fazem parte deste problema os doadores internacionais, que determinam prazos para que os Estados tirem tantos licenciados (...), os partidos que governam porque não querem intelectuais, pois sabem que serão sua maior ameaça, por isso o sistema de educação tende a reproduzir servos, formados sem a capacidade de crítica..." (sic.)
 
Não queremos com isso desresponsabilizar os jovens formados vítimas de desemprego, pois, entendemos que devem por seu turno lutar para serem autónomos, não esperar somente que o governo lhes dê emprego, os jovens devem despertar para uma consciência do autoemprego, e isso passa por valorizar a si mesmo, as relações a volta e por conseguir conquistar novas relações que lhes facilite ideias, ou aperfeiçoamento de ideias. Pensar, e se eu pudesse investir em empreendedorismo em que área seria? Daí começar a pensar nas pessoas que precisaria para que tal se efetivasse, um pequeno negócio pode mudar o mundo e salvar gerações.
 
 
Quanto ao governo, não pode se cingir em proferir discursos como "os jovens devem criar seu próprio emprego" deve porém estudar, melhorar e implementar estratégias que visem a diminuição do desemprego, desde a abertura em acolher e apadrinhar iniciativas dos jovens para o desenvolvimento social, passando pelos programas (nacionais e internacionais) de estágios e voluntariados até a criação de centros de qualificação e empregos.
#Júlia da Regina sainda
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